quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Vocação para o Sacerdócio Ministerial (ordenado)

Durante o mês de outubro, fizemos alguns encontros vocacionais com grupos de jovens da Paróquia. Para isso formamos uma equipe de quatro pessoas onde cada uma ficaria responsável por um tema do subsídio que serviria de base para os encontros. Eu fiquei com a parte do sacerdócio ministerial (padres e bispos). Abaixo, um resumo.
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“Toda a Igreja é um povo sacerdotal. Graças ao Batismo, todos os fiéis participam do sacerdócio de Cristo. Esta participação se chama 'sacerdócio comum dos fiéis'. Baseado nele e a seu serviço existe outra participação na missão de Cristo, a do ministério conferido pelo Sacramento da Ordem, cuja tarefa é servir em nome e na pessoa de Cristo Cabeça no meio da comunidade.”

“O sacerdócio ministerial se difere essencialmente sacerdócio comum dos fiéis porque confere um poder sagrado para o serviço dos fiéis. O sacerdote ordenado exerce seu serviço com o povo de Deus por meio do ensinamento, do culto divino e do governo pastoral.”

“São Paulo disse a seu discípulo Timóteo: 'Eu te exorto a reavivar o dom de Deus que há em ti pela imposição de minhas mãos (2Tm 1,6)'.”

“A Tito dizia ele: 'Eu te deixei em Creta para cuidares da organização e ao mesmo tempo para que constitua presbíteros em cada cidade, cada qual devendo ser como te prescrevi' (Tt 1,5)”

Os ministros ordenados continuam a obra de Cristo e dos apóstolos, é um sucessor deles e garante a unidade da Igreja, a unidade do serviço da evangelização e a construção do Reino de Deus.

O sacerdote deve promover a participação e a comunhão, deve ficar atento aos diversos carismas que estão presentes na comunidade para promover a integração desses mesmos carismas.

Um homem se sente chamado para o exercício do sacerdócio ministerial quando:
  • Se sente como um irmão entre os irmãos (companheiro, amigo);
  • As pessoas o querem muito como um amigo, companheiro;
  • Se sente presente na vida das pessoas;
  • Se sente uma pessoa confidente, as pessoas o procuram para confidenciar a sua vida;
  • Se sente uma pessoa conselheira; Se sente chamado a continuar a presença visível de Cristo. O Cristo guia, bom pastor;
  • Se identifica com a pregação, o ensino da Palavra de Deus, sente alegria ao ensinar o povo a seguir a Palavra de Deus;
  • Percebe que as pesssoas acham que tem algo de reconciliador, apaziguador, ponte... Se identifica com o padre que preside a Eucaristia (quando sente vontade de ficar no lugar dele);
  • Tem um amor especial aos pobres e sofredores, ajudá-los a se libertar.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica e Cadernos pessoais

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