segunda-feira, 9 de março de 2009

O que os olhos não veem...

Ainda sobre o caso da criança e o aborto... conversando com colegas e amigos sobre isso e cheguei a algumas conclusões interessantes e uma delas motivou essa postagem.


Talvez poucas pessoas lembrem que em Belo Horizonte no ano de janeiro de 2006 uma mãe jogou a filha em uma lagoa pra morrer. Sinceramente, o que você acha dessa história? Acredito que a grande maioria das pessoas vai responder que é algo desumano, que a mãe estava louca, fora-de-si ou provavelmente com depressão pós-parto. Provavelmente, também não se recordam que a mãe foi "considerada culpada das acusações de tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe (repulsivo), com uso de meio cruel e contra descendente"(Folha de São Paulo). O que você acharia se a sua irmã assassinasse seu sobrinho recém-nascido ou mesmo ainda criança de 1 ano? Qual a diferença disso em relação a um aborto? Se você considera que matar uma criança não pode ser comparado a (ou não é a mesma coisa que) um aborto então, você também deve achar que ocorreu algum tipo de mágica durante o parto para que aquele ser que estava no ventre da mulher transformou-se em um ser humano. Por que uma criança inocente é sentenciada à morte por um crime que não cometeu? Ou, por acaso, o crime dela é justamente ter vida?! Quem se arroga a ser o juiz de uma vida inocente?


Parece que mais do que em qualquer outra época aquele ditado: "O que os olhos não veem o coração não sente" é válido. Só porque um bebê ainda não saiu do ventre de sua mãe não tem direito a continuar vivendo se a mulher assim o desejar? Ela está realmente opinando sobre o corpo dela? Será que é mesmo o corpo dela ou o corpo de outra pessoa que está dentro dela?


Se um dos problemas é não enxergar o assassinato, a partir desta postagem todos os dias (se a situação assim permitir) postarei uma imagem do corpo de uma criança morta inocentemente! Porque não há diferença alguma entre os milhares de abortos que acontecem por ano ao redor do mundo e os campos de concentração nazistas.


Feto humano com 19 semanas. O abortista retira o líquido amniótico de dentro do útero e coloca uma substância contendo sal. Em algum tempo, a criança morrerá, será retirada de sua mãe e, finalmente, jogada no lixo. Fonte: Colégio S. Francisco

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