terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Abaixo o Papai Noel!!!

Desde o primeiro momento que vi a notícia apoiei a idéia... Muito interessante, apóie você também!!! Abaixo o Papai Noel!!! Viva São Nicolau, amigo das crianças e das pessoas carentes!!!!

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Cidade alemã 'proíbe Papai Noel'
Marcio Damasceno
De Berlim para a BBC Brasil

Uma pequena cidade no sul da Alemanha decidiu banir o Papai Noel da paisagem na
talina. A câmara municipal de Fluorn-Winzeln, lugarejo com pouco mais de 3 mil habitantes localizado às margens da Floresta Negra, declarou a re
gião uma "zona livre de Papai Noel".

De acordo com o prefeito local, Bernhard Tjaden, o objetivo é preservar as tradições do Natal, segundo ele freqüentemente esquecidas nessa época do ano em favor do consumismo.

Cidade da Alemanha decide criar
uma "zona livre de Papai Noel"


A idéia é incentivar os cidadãos a substituir o "bom velhinho" pela figura histórica de São Nicolau.

"O Papai Noel é um personagem artificial" argumenta Tjaden. "Ele não lembra em nada São Nicolau, que ajudava pessoas carentes e era um amigo das crianças", explica.

Campanha

As escolas e os comerciantes da região aderiram ao apelo, retirando as decorações com Papai Noel das vitrines e colando adesivos com um sinal de "proibido" em seus estabelecimentos.

Cartazes com o rosto do personagem atravessado por uma faixa vermelha adornam não só o interior de lojas e repartições públicas, mas os avisos, que se pa
recem com uma placa de trânsito, foram pendurados também na fachada do prédio da prefeitura e até junto à sinalização que marca as entradas do município.

Nas salas de aulas, professores ensinam às crianças o significado do Natal e contam histórias de São Nicolau, bispo de Mira no século IV, que serviu de inspiração para o ícone natalino.

Os alunos são orientados a diferenciar o "original" da "cópia" e desenhos no quadro negro mostram as diferenças entre os trajes de ambos, destacando a mitra episcopal no lugar do gorro vermelho e o cajado substituindo o saco de presentes.





O objetivo é prestigiar as tradições
natalinas do país e São Nicolau



A campanha "Zona livre de Papai Noel" foi criada por uma entidade assistencial ligada Confederação dos Bispos da Alemanha para resgatar São Nicolau como símbolo original das festas natalinas e combater o "consumismo" nas festas de fim de ano.

A renda obtida na venda de cartazes, adesivos e outros produtos será destinada à entidades que prestam ajuda a crianças com doenças terminais. Esta é a primeira vez que a idéia é apoiada oficialmente pela administração de um município.

Veja mais fotos em:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/album/bbc/081222natal_album.jhtm

Fonte: BBC Brasil.com
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) - parte II(b)

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650)
1 - Parte I
2 - Parte II (a)

(continuação da parte II)

Que maior vingança da fortuna que as mudanças tão notáveis, que se verão naquele dia! Virão naquele dia as almas do grande e do pequeno buscar seus corpos à sepultura, e talvez à mesma Igreja: e que sucederá pela maior parte? O pequeno achará seus ossos em um adro sem pedra nem letreiro, e ressuscitará tão ilustre como as estrelas. O grande, pelo contrário, achará seu corpo embalsamado em caixas de pórfiro, aos ombros de leões, ou elefantes de mármore, com soberbos e magníficos epitáfios, e ressuscitará mais vil que a mesma vileza. Oh que metamorfose tão triste, mas que verdadeira! Vede se há-de dar Deus boa satisfação aos homens da desigualdade com que hoje nascem. O ser bem nascido, que é uma vaidade que se acaba com a vida, é verdade que o não pôs Deus na nossa mão; mas o ser bem ressuscitado, que é aquela nobreza que há-de durar por toda a eternidade, essa deixou Deus no alvedrio de cada um. No nascimento somos filhos de nossos pais, na ressurreição seremos filhos de nossas obras. E que seja mal ressuscitado por culpa sua quem foi bem nascido sem merecimento seu! Lástima grande. Ressuscitar bem sobre haver nascido mal, é emendar a fortuna; ressuscitar mal sobre haver nascido bem, é pior que degenerar da natureza. Que ressuscite bem David sobre nascer de Jessé, grande glória do filho de um pastor; mas que ressuscite mal Absalão sobre nascer de David, grande afronta do filho de um rei! Se os homens se prezam tanto de ser bem nascidos, como fazem tão pouco caso de ser bem ressuscitados? Nenhuma cousa trazem na boca os grandes mais ordinàriamente, que as obrigações com que nasceram. E aposto eu que mui poucos sabem quais são estas obrígações. Nascer bem é obrigacão de ressuscitar melhor. Estas são as obrigações com que nascestes.

O mais bem nascido homem que houve, nem pode haver, foi Cristo; ninguém teve melhor pai, nem melhor mãe; e foi notar Santo Agostinho que, se Cristo nasceu bem, ressuscitou melhor: Gloriosior est ista ,nativitas, quam illa: illa cortus mortale genuit, ista redidit immortale. Cristo, diz Santo Agostinho, «nasceu mais nobremente no segundo nascimento que no primeiro: no primeiro nascimento nasceu mortal e passível; no segundo, que foi a sua ressurreição, nasceu impassível e imortal» Eis aqui as obrigações dos bem nascidos—nascerem a segunda vez melhor do que nasceram a primeira. Se Deus pusera na mão do homem o nascer, quem houvera, por bom que fosse, que não se fizesse muito melhor? Pois este é o caso em que estamos. Se havemos de tornar a nascer, porque não trabalharemos muito por nascer muito honradamente? Não nascer honrado no primeiro nascimento, tem a desculpa de que «Deus nos fez» Ipse fecit nos, Não nascer honrado no segundo, nenhuma desculpa tem: tem a glória de sermos nós os que nos fizemos: Ipsi nos. Que glória será naquele dia para um homem poder tomar para si em melhor sentido o elogio do grande Baptista: Inter natos mulierum non surrexit major:«Entre os nascidos das mulheres nenhum ressuscitou maior». Ser o maior dos nascidos, em quanto nascido, é pequeno louvor e de pouca dura; ser o maior dos nascidos, em quanto ressuscitado, isso éverdadeiramente o ser maior. Na nossa mão está, se o quisermos ser. Nesta vida o mais venturoso pode nascer filho do rei; na outra vida todos os que quiserem podem nascer filhos do mesmo Deus: Dedit eis potestatem filios Dei fieri. E que não sejam isto considerações, senão verdade e Fé católica! Bendito seja aquele Senhor, que é nossa ressurreição e nossa vida: Ego sum resurrectio et vita.


(continua)

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sábado, 20 de dezembro de 2008

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) - parte II(a)

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650)
1 - Parte I

II

Grandes cousas e lastimosamente grandes haverá que ver e considerar naquele acto da ressurreição universal! Mas entre todas as considerações a que me parece mais própria deste lugar e mais digna de sentimento, é esta. E quanta gente bem nascida se verá naquele dia mal ressuscitada! Entre a ressurreição natural e a sobrenatural há uma grande diferença: que na ressurreição natural cada um ressuscita como nasce; na ressurreição sobrenatural, cada um ressuscita como vive; na ressurreição natural nasce Pedro e ressuscita Pedro; na ressurreição sobrenatural nasce pescador, e ressuscita príncipe: Sedebitis in regeneratione judicantes duodecim tribus Israel. Oh que grande consolação esta para aqueles a quem não alcançou a fortuna dos altos nascimentos! Bem me parecia a mim que não podia faltar Deus a dar uma grande satisfação no dia do juízo à desigualdade com que nascem os homens, sendo todos da mesma natureza. Não se faz agravo na desigualdade do nascer, a quem se deu a eleição de ressuscitar. A ressurreição é um segundo nascimento com alvedrio.

Tanta propriedade considerou Job neste segundo nascimento, que até outro pai, outra mãe disse que tínhamos na sepultura: Putredini dixi: pater meus es tu; mater mea et soror mea, vermibus. Temos outro pai e outra mãe na sepultura em que jazem nossos ossos, porque ali somos outra vez gerados, de ali saímos outra vez nascidos. Notai agora: Statutum est hominibus semel mori: «Quis Deus que morrêssemos uma só vez», e que nascêssemos duas, porque, como o morrer bem dependia de nosso alvedrio, bastava uma só morte; mas como o nascer bem não estava na nossa mão, eram necessários dois nascimentos, para que pudéssemos emendar no segundo tudo o que nos faltasse no primeiro. Bem pudera Deus fazer que nascessem os homens todos iguais, mas ordenou sua providência, que houvesse no Mundo esta mal sofrida desigualdade, para que a mesma dor do primeiro nascimento nos excitasse à melhoria do segundo.

Homens humildes e desprezados do povo, boa nova! Se a natureza ou a fortuna foi escassa convosco no nascimento, sabei que ainda haveis de nascer outra vez, e tão honradamente como quiserdes; então emendareis a natureza, então vos vingareis da fortuna.

(continua)
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domingo, 14 de dezembro de 2008

Está provado: O aniversário de Jesus é mesmo no dia 25 de Dezembro...

E, para os apressadinhos em julgar, isso não é "coisa" da Igreja Católica, não! A informação foi provada por cálculos feitos a partir de descobertas sobre estudos dos manuscritos de Qumram, analisados por um professor JUDEU da Universidade de Jerusalém...

E o mais incível: sabe-se disso há pelo menos CINCO ANOS... E ninguém fala sobre isso por aqui...

A notícia foi escrita pelo renomadíssimo jornalista italiano Vittorio Messori e publicada na edição de 09/07/2003 do Jornal Corriere della Sera.

Você pode ler direto da fonte:

http://archiviostorico.corriere.it/2003/luglio/09/Gesu_nacque_davvero_quel_dicembre_co_0_030709004.shtml


Segue abaixo uma tradução integral feita por João Bianchi:

Jesus nasceu verdadeiramente em 25 de Dezembro. A data de 25 de Dezembro não é apenas um símbolo. Rolos de Qumram confirmam sua exactidão. Professor da universidade hebraica de Jerusalém elimina todas as dúvidas sobre um enigma milenar. Vittorio Messori Quando todos estão fora, quando as cidades estão vazias, a quem - e onde - enviar cartões postais e presentes com fitas e flocos de neve? Não são os próprios bispos que esbravejam contra essa espécie de orgia de consumo a que estão reduzidos os nossos natais? Então, enganemos os bobos e coloquemos tudo a 15 de Agosto...

A coisa não parece impossível. Com efeito, não foi a necessidade histórica, mas a Igreja que escolheu o 25 de Dezembro para contrastar com as festas pagãs e substitui-las nos dias do solstício de Inverno: o nascimento de Cristo no lugar do renascer do Sol invicto.

Inicialmente, portanto, foi uma decisão pastoral que pode ser mudada conforme as necessidades. Uma provocação, evidentemente, que entretanto se baseava no que é (ou melhor, era) pacificamente admitido por todos os estudiosos: a festa litúrgica do Natal seria uma escolha arbitrária, sem ligação com a data do nascimento de Jesus, que ninguém está em condições de determinar. Pois bem, parece que justamente os especialistas se enganaram; e eu, obviamente, com eles.

Na realidade, hoje, graças notadamente aos documentos de Qumram, estamos em condições de estabelecer com precisão: Jesus nasceu mesmo num 25 de Dezembro.

Uma descoberta extraordinária a tomar a sério e que não pode ser suspeita de fins apologéticos cristãos, já que a devemos a um professor judeu da Universidade de Jerusalém.

Tratemos de compreender o mecanismo, que é complexo mas fascinante. Se Jesus nasceu num 25 de Dezembro, a concepção virginal deu-se obviamente nove meses antes. E, com efeito, os calendários cristãos situam a 25 de Março a anunciação do anjo Gabriel a Maria. Mas sabemos pelo próprio Evangelho de São Lucas que exactamente seis meses antes tinha sido concebido por Isabel o Precursor, João, que será chamado o Batista. A Igreja católica não tem uma festa litúrgica para tal concepção, enquanto as antigas Igrejas do Oriente a celebram entre 23 e 25 de Setembro. Ou seja, seis meses antes da Anunciação a Maria. Uma sucessão lógica de datas, mas com base em tradições inverificáveis e não em eventos localizáveis no tempo. Assim pensavam todos, até tempos recentíssimos. Na realidade, parece que não é assim.

Com efeito, é justamente da concepção de João que devemos partir. O Evangelho de Lucas abre-se com a história do casal de anciãos, Zacarias e Isabel, já resignada à esterilidade, uma das piores desgraças em Israel. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia em que estava a serviço no templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que seis meses depois se apresentará a Maria, em Nazareth) que lhe anunciava que, apesar da idade avançada, ele e sua mulher haveriam de ter um filho. Deveriam chamá-lo João e seria "grande diante do Senhor".

Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição "oficiava no turno da sua classe". De fato, aqueles que no antigo Israel pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes que, revezando-se em ordem imutável, deviam prestar serviço litúrgico ao templo durante uma semana, duas vezes por ano. Sabíamos que o clã de Zacarias, o de Abias, era o oitavo, no elenco oficial. Mas, quando caíam os seus turnos de serviço? Ninguém sabia.

Pois bem, utilizando pesquisas desenvolvidas por outros especialistas e trabalhando sobretudo em textos encontrados na biblioteca dos Essênios de Qumram, o enigma foi revelado pelo professor Shemarjahu Talmon, o qual, como se disse, ensina na Universidade hebraica de Jerusalém. Ou seja, o estudioso conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no templo duas vezes por ano, como as outras, e uma dessas vezes era na última semana de Setembro. Portanto, era verosímil a tradição cristã oriental que situa entre 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias. Mas tal verosimilhança aproxima-se da certeza porque, estimulados pela descoberta do professor Talmon, os estudiosos reconstruíram o fio daquela tradição, chegando à conclusão que ela provinha directamente da Igreja primitiva judeu-cristã de Jerusalém. Memória tão antiga quanto tenaz essa das Igrejas do Oriente, como confirmam muitos casos.

Assim, aquilo que parecia mítico assume de repente uma nova verosimilhança. Uma cadeia de eventos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro, o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; em Março, seis meses mais tarde, o anúncio a Maria. Com este último evento chegamos justamente ao 25 de Dezembro, dia que, portanto, não foi fixado ao acaso.

Sim senhor, parece impossível propor o Natal para 15 de Agosto. Farei portanto uma penitência, mas, em vez de humilhado, emocionado: depois de tantos séculos de pesquisa obstinada, os Evangelhos não cessam de reservar surpresas. Detalhes aparentemente inúteis (que importava se Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias? Nenhum exegeta lhe prestava atenção) mostram de repente a sua razão de ser, o seu carácter de sinal de uma verdade escondida mas precisa. Apesar de tudo, a aventura cristã continua.


João Bianchi

Fonte: http://porquenaodizem.blogspot.com/2008/03/acredite-jesus-nasceu-mesmo-em-2512.html
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Festa de Nossa Senhora de Guadalupe

Festa de Nossa Senhora de Guadalupe

12 do dezembro

Um sábado de 1531 a princípios de dezembro, um índio chamado Juan Diego, ia muito de madrugada do povo em que residia à cidade do México a assistir a suas aulas de catecismo e para ouvir a Santa Missa. Ao chegar junto à colina chamada Tepeyac amanhecia e escutou uma voz que o chamava por seu nome.

Ele subiu ao cume e viu uma Senhora de sobre-humana beleza, cujo vestido era brilhante como o sol, a qual com palavras muito amáveis e atentas lhe disse: "Juanito: o menor de meus filhos, eu sou a sempre Virgem Maria, Mãe do verdadeiro Deus, por quem se vive. Desejo vivamente que me construa aqui um templo, para nele mostrar e prodigalizar todo meu amor, compaixão, auxílio e defesa a todos os moradores desta terra e a todos os que me invoquem e em Mim confiem. Vá ao Senhor Bispo e lhe diga que desejo um templo neste plano. Anda e ponha nisso todo seu esforço".

Retornou a seu povo Juan Diego se encontrou de novo com a Virgem Maria e lhe explicou o ocorrido. A Virgem lhe pediu que ao dia seguinte fora novamente falar com o bispo e lhe repetisse a mensagem. Esta vez o bispo, logo depois de ouvir Juan Diego disse que devia ir e lhe dizer à Senhora que lhe desse alguma sinal que provasse que era a Mãe de Deus e que era sua vontade que lhe construíra um templo.

De volta, Juan Diego achou Maria e lhe narrou os fatos. A Virgem lhe mandou que voltasse para dia seguinte ao mesmo lugar, pois ali lhe daria o sinal. Ao dia seguinte Juan Diego não pôde voltar para colina, pois seu tio Juan Bernardino estava muito doente. A madrugada de 12 de dezembro Juan Diego partiu a toda pressa para conseguir um sacerdote a seu tio, pois se estava morrendo. Ao chegar ao lugar por onde devia encontrar-se com a Senhora preferiu tomar outro caminho para evitá-la. de repente Maria saiu a seu encontro e lhe perguntou aonde ia. O índio envergonhado lhe explicou o que ocorria. A Virgem disse a Juan Diego que não se preocupasse, que seu tio não morreria e que já estava são. Então o índio lhe pediu o sinal que devia levar a bispo. Maria lhe disse que subisse ao cume da colina onde achou rosas de Castela frescas e colocando-as no poncho, cortou quantas pôde e as levou a bispo.

Uma vez diante de Dom Zumárraga Juan Diego desdobrou sua manta, caíram ao chão as rosas e no poncho estava pintada com o que hoje se conhece como a imagem da Virgem de Guadalupe. Vendo isto, o bispo levou a imagem Santa à Igreja Maior e edificou uma ermida no lugar que tinha famoso o índio.

Pio X a proclamou como "Padroeira de toda a América Latina", Pio XI de todas as "Américas", Pio XII a chamou "Imperatriz das Américas" e João XXIII "A Missionária Celeste do Novo Mundo" e "a Mãe das Américas".

A imagem da Virgem de Guadalupe se venera no México com maior devoção, e os milagres obtidos pelos que rezam à Virgem de Guadalupe são extraordinários.

Fonte: http://www.acidigital.com/santos/santo.php?n=353

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Um interessante artigo sobre as análises científicas feitas sobre a imagem de Guadalupe pode ser encontrado em:

Centro Latino-americano de Parapsicologia

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Ateísmo militante anti-cristão e Comunismo

Estive conversando com um colega de trabalho sobre o cristianismo da Rússia comunista e acabei me interessando pelo assunto... Abaixo um texto que encontrei com trechos de pensamentos de Karl Marx, Lenin e Lunaicharsky sobre o cristianismo. E depois depoimentos um cristão da época e um trecho do livro do Dinesh D'Souza (que já tive contato - com o livro - através de um amigo).
Boa leitura.
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Ateísmo militante anti-cristão e Comunismo

"O homem faz a religião, a religião não faz o homem… A religião é o suspiro da criatura atormentada, o sentimento de um mundo sem coração, como o é o espírito de estados fora do tempo. Ela é o ópio do povo." (Karl Marx, em "Manifesto Comunista")

"É preciso combater a religião, eis o ABC do comunismo." (Vladimir Lenin, marxista revolucionário russo)

"Detrás de cada imagem de Cristo só se vê o gesto brutal do capital." (Vladimir Lenin)

"Deus é uma mentira." (Vladimir Lenin)

"O homem que se ocupa em louvar a Deus se suja na sua própria saliva." (Vladimir Lenin)

"Deus é o inimigo pessoal da sociedade comunista." (Vladimir Lenin, carta a Gorki)

"Nós odiamos o cristianismo e os cristãos." (Anatoly Lunatcharsky, marxista revolucionário russo)

"Nosso programa inclui necessariamente a propaganda do ateísmo" (Vladimir Lenin)

"Um marxista deve ser um materialista, ou seja, um inimigo da religião, mas numa dialética materialista, ou seja, uma que trata da luta contra a religião não de uma forma abstrata, […] mas de uma forma concreta, com base na luta de classes que se está a se passar na prática e na educação das massas de uma forma melhor e maior do que qualquer outra coisa poderia fazer." (Vladimir Lenin)

"No momento oportuno nós nos atracaremos com o senhor Deus. E o aniquilaremos, lá nos seus altos céus." (Grigory Zinoviev, revolucionário comunista soviético)

Richard Wurmbrand, cristão torturado em prisões comunistas por razão de sua fé, afirma:

"A crueldade do ateísmo é difícil de aceitar para quem não crê na recompensa do bem ou na punição do mal. Não há razão para sermos humanos. Não há impedimento para a profundidade do mal no ser humano. Os torturadores comunistas diziam muitas vezes: 'Deus não existe, não existe além, não existe punição para o mal. Podemos fazer o que quisermos'. Ouvi um torturador chegar a dizer: 'Agradeço a Deus, em quem não creio, por poder viver até essa hora em que posso expressar todo o mal que há em meu coração' Ele expressava isso com brutalidade e tortura inacreditáveis infligidas aos prisioneiros."

***

"A União Soviética foi o primeiro estado a ter como objetivo ideológico a eliminação da religião. Para alcançar esse fim, o regime comunista confiscou propriedades da Igreja, ridicularizou a religião, prendeu fiéis, e propagandeou o ateísmo nas escolas… O principal alvo da campanha anti-religiosa nos anos 1920 e 1930 era a Igreja Ortodoxa Russa, que tinha o maior número de fiéis. Quase todo o seu clero, e muitos de seus fiéis, foram enviados para campos de concentração… Por volta de 1939, cerca de 500 das 50 mil igrejas permaneciam abertas" (Anti-Religious Campaigns).

"Por quase 70 anos o Partido Comunista tentou erradicar o cristianismo da Rússia. Lavagem cerebral, propaganda, infiltração na Igreja, prisões, torturas, campos de concentração e execuções falharam em destruir a fé do povo em Deus… Durante os anos 1980, 224 milhões de cristãos viviam sob severa perseguição estatal, com outros 70 milhões vivendo em igrejas 'undeground'" (Communist Liberation: Myth & Reality) [ fonte ].


***

"De acordo com nossas investigações com a House Church Christians, até agora existem 23,686 pessoas que foram presas por atividades religiosas, 4,014 pessoas sentenciadas a reeducação, 129 pessoas mortas, 208 mutiladas, 997 sob vigilância…."



"Foi coletada evidência sobre 100 métodos de torturas aplicados sobre praticantes da Falun Gong nos campos de trabalho forçado da China, nos centros de detenção, nos hospitais de saúde mental. O objetivo é erradicar a Falun Gong coagindo seus praticantes a abandonarem sua fé ou fisicamente eliminando-os caso se recusem…" [ fonte ]



"Os cambojanos foram assassinados sob o regime do Khmer Vermelho de Pol Pot. As vítimas incluem 10 mil dos 12 mil cristãs, que morreram nos "campos de morte" de Pol Pot na segunda metade dos anos 1970." [ fonte ]

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Meses atrás eu publiquei isto:

"[…] Antonio Gramsci e Georg Lukács concluíram que teria sido a cultura ocidental que "alienara os proletários e os prevenia de lutarem contra os interesses das outras classes". A Rússia não era "ocidental" o suficiente e, na conclusão deles, por isso a revolução tinha dado certo lá.

A cultura ocidental é sustentada em 3 colunas: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã.

Para implantar o socialismo no Ocidente, eles concluíram que era preciso acabar com a moral judaico-cristã. Por isso é que o novo marxismo, o marxismo cultural, tem como objetivo destruir a moral judaico-cristã. [+][…]"

O moralismo judaico-cristão é ensinado e perpetuado principalmente através do Cristianismo. É por causa disto que esta é a religião mais atacada, e não é mera coincidência que seja o foco da crítica de todos os ateus militantes modernos.

Critique os valores do Cristianismo, difame a Bíblia Sagrada, ridicularize os cristãos, divulgue as idéias ateístas anti-teístas, milite em favor desta causa, e você estará ajudando a destruir a prosperidade alcançada pelos dois milênios da civilização ocidental. Você estará ajudando o Comunismo. Você será cúmplice moral de perseguições, de intolerância e de massacre de milhões de cristãos. Você estará praticando o mal. Eu já cometi todos esses erros e me envergonho disso.

"Sejam quais forem as causas pelas quais os regimes ateístas fizeram o que eles fizeram, o fato indisputável é que todas as religiões do mundo colocadas juntas não provocaram em três mil anos nada próximo do número de pessoas mortas em nome do ateísmo nas poucas décadas passadas. É hora de abandonar o mantra ingênuo e repetido de que a crença religiosa têm sido a fonte principal do conflito e da violência humanas. O ateísmo, e não a religião, é responsável pelos piores assassinatos em massa da História." (Dinesh D'Souza, em "A verdade sobre o Cristianismo")


Fonte: http://www.sentinelas.org/reinada/?p=781
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) - parte I

Em clima de advento vou postar neste mês uma série com o sermão do P. Antônio Vieira no 1° Domingo do Advento do longínguo ano de 1650. =D Mas que é muito válido ainda nos tempos atuais... Provavelmente esta série será dividida em 8 partes e, como de costume postarei a referência apenas no fim.
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PADRE ANTÓNIO VIEIRA
Texto-fonte:
Obras Escolhidas, vol. XII,
Livraria Sá da Costa, Lisboa, 1954.
Edição eletrônica:
Lucimeri Probst
Pregado na Capela Real, no ano de 1650

Tunc videbunt filium hominis venientem
in nubibus coeli cum potestate magna et
majestate.—S.Lucas, XXI.

I

Abrasado finalmente o Mundo e reduzido a um mar de cinzas tudo o que o esquecimento deste dia edificou sobre a terra... (Dou princípio a este sermão sem princípio, porque já disse Quintiliano que as grandes ações não hão mister exórdio: elas per si mesmas, ou supõem a atencão ou conciliam. Também passo em silêncio a narração portentosa dos sinais que precederão ao juízo, porque esta parte do Evangelho pertence aos que hão-de ser vivos naquele tempo, e não a nós; e o dia de hoje é muito de tratar cada um só do que Ihe pertence). Abrasado, pois, o Moundo, e consumido pela violência do fogo o que a sabedoria dos homens e o esquecimento deste dia levantou e edificou na terra; quando já não se verão nesse formoso e dilatado mapa senão umas poucas cinzas, relíquias de sua grandeza e desengano de nossa vaidade, «soará no ar uma trombeta» espantosa, não metafórica, mas verdadeira (que isso quer dizer a repetição de São Paulo: Canet enim tuba; e obedecendo aos impérios daquela voz o Céu, o Inferno, o Purgatório o Limbo, o mar, a terra, abrir-se-ão em um momento as sepulturas e aparecerão no Mundo os mortos vivos.

Parece-vos muito, que a voz de uma trombeta haja de achar obediência nos mortos? Ora reparai em outro milagre maior, e não vos parecerá grande este. Entrai pelos desertos do Egipto, da Tebaida da Palestina; penetrai o mais interior e retirado daquelas soledades. Que é o que vedes? Naquela cova vereis metido um Hilarião, naquela outra um Macário, na outra mais apartada um Pacómio; aqui um Paulo, ali um Jerónimo, acolá um Arsénio; da outra parte, uma Maria Egipcíaca, uma Thais, uma Pelágia, uma Teodora. Homens, mulheres, que é isto ? Quem vos trouxe a esse estado ? Quem vos antecipou a morte? Quem vos amortalhou nesses cilícios? Quem vos enterrou em vida? Quem vos meteu nessas sepulturas? Quem? Responderá por todos São Jerónimo: Semper mihi videtur insonare tuba illa terribilis: surgite mortui, venite ad judicim. Sabeis quem nos vestiu destas mortalhas, sabeis quem nos fechou nestas sepulturas?__«A lembrança daquela trombeta temerosa que há-de soar no último dia: levantai-vos, mortos, e vinde a juizo». Pois se a voz desta trombeta só imaginada, (pesai bem a consequência) se a voz desta trombeta só imaginada, bastou para enterrar os vivos, que muito que, quando soar verdadeiramente, seja poderosa para desenterrar os mortos?

O meu espanto não é este. O que me espanta, e o que deve assombrar a todos, é que haja de bastar esta trombeta para ressuscitar os mortos, e que não baste para espertar os mortais! Credes, mortais, que há-de haver juízo? Uma de duas é certa: ou o não credes, ou o não tendes. Virá o dia final, e então sentirá nossa insensibilidade sem remédio o que agora pudera ser com proveito. Quanto melhor fora chorar agora e arrepender agora, como faziam aqueles e aquelas penitentes do ermo, do que chorar e arrepender depois, quando para as lágrimas não há-de haver misericórdia, nem para os arrependimentos perdão. Agora vivemos como queremos; e ainda mal, porque depois havemos de ressuscitar como não quiséramos.

(continua)
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

"Em todas as tuas obras, lembra-te dos teus novíssimos, e jamais pecarás" (Ecl. 7, 40)

Há algum tempo atrás conversei com alguns amigos sobre a questão do céu, purgatório e inferno. Uma dessas pessoas (de tendência à seita dos adventistas) duvidava da existência dos mesmos. Gostaria de ressaltar que esta postagem foi motivada por um email que recebi de um amigo, comentando a cerca da história da Igreja. A mensagem continha a seguinte afirmação dita por alguém: "a Igreja de antigamente pregava ameaçando o inferno às pessoas. E elas se convertiam por medo".

Então, resolvi pesquisar melhor e ver o que a Igreja afirma sobre esses assuntos, pois pelo que aprendi (nos estudos e diálogos dos últimos anos) apenas a Igreja Católica tem autoridade para falar acerca de Deus e da Verdade sem cair em erro. Autoridade esta dada pelo próprio Jesus Cristo (Mt16,18-19).

No catecismo da Igreja Católica mais precisamente na parte que fala sobre a vida eterna. Está expresso claramente a existência de: juízo particular, Céu, Inferno, Purgatório e juízo final (universal). Recomendo a leitura...

Se formos observar a História veremos uma mudança de postura dos filhos da Igreja (note-se que não falo propriamente da Santa Igreja mas daqueles que compõem seu corpo visível - padres, leigos...). De forma geral, antigamente dava-se mais ênfase ao Inferno e agora prega-se mais sobre o Céu (é óbvio que há exceções por isso o "de forma geral"). Entretanto, acredito que nenhuma das duas opçoes é suficiente, devemos falar sempre sobre Céu e Inferno (de forma equilibrada) visto que os dois podem ser considerados consequência de uma realidade terrestre.

Através dos exercícios espirituais de Sto Inácio percebemos a importância de combater o pecado que está presente em todos (nós mesmos, nos outros, nos grupos em que convivemos, na sociedade...), aprendemos a contemplar toda a vida de Cristo e a desejar vivenciá-la. Podemos dizer que no processo dos exercícios sofremos com Cristo a sua Paixão e morte. Mas não acaba aí... posto que Ele ressuscita. Então, os mesmos exercícios também nos ajudam a viver a experiência ressurreição de Cristo e a experimentar (através de nossas ações e da Igreja) o paraíso.

Então, julgo importante falar sobre o inferno à medida que ele é oposto ao Céu, ou melhor, é importante falar sobre aquilo que te leva ao inferno como sendo aquilo que te afasta de Deus (que é a pura realidade). Pois o Céu é o estar eternamente com Deus e o Inferno é "a eterna separação de Deus, o único em quem o homem encontra a vida e a felicidade para que foi criado, e a que aspira" - CIC Compendio n. 212).

um forte abraço.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Nota da CNBB - Dia Mundial de Combate a AIDS

em 01/12/2008 15:09:15 (175 leituras)

Ao transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, em outubro de 1987, a Assembléia Mundial de Saúde, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU, denunciou a epidemia da AIDS como um dos maiores desafios já vividos pela medicina. Na recente história, não existe uma outra doença que possa ser comparada à infecção do HIV, diante das repercussões que esta tem determinado sobre as relações humanas e com as instituições sociais.

Todos somos convocados, especialmente neste dia, a refletir sobre a solidariedade que se deve prestar aos milhões de irmãos e irmãs infectados pelo vírus da AIDS, cuja dor e sofimento aumentam ainda mais com o preconceito e a discriminação de que são vítimas. Neste sentido, reconhecemos e aplaudimos os que, movidos pela compaixão do Bom Samaritano, se colocam ao lado dos que têm HIV/AIDS, renovando-lhes o sentido da vida, cumprindo o que disse Jesus: "Eu estava doente, e cuidastes de mim" (Mt 25,36). Graças ao seu gesto fraterno é que muitos dos infectados têm dado testemunho de superação, recuperando a alegria e a esperança de viver.

A Igreja, sobretudo através da Pastoral da AIDS, assumindo o serviço de prevenção de HIV e da assistência a soros-positivos, sem preconceitos, acolhe, acompanha e defende o direito à assistência médica e gratuita das pessoas que foram infectadas pelo vírus da AIDS. A CNBB afirmou no Documento 87: "A assistência às pessoas que vivem e convivem com HIV/AIDS precisa ser marcada pelo acolhimento sem preconceito e discriminação, bem como pela defesa dos direitos das pessoas infectadas. A prevenção, baseada em critérios éticos e cristãos, deve implementar a informação, promover a educação e levar a assumir atitudes responsáveis diante da epidemia" (DGAE n. 144).

É urgente, portanto, apoiar e desenvolver campanhas educativas, formativas e informativas que visem ampliar os conhecimentos de toda a população, especialmente dos adolescentes e jovens, para que tenham um estilo de vida saudável e comportamentos pautados nos valores humano-cristãos.
O momento é de busca, aprofundamento e construção de uma resposta adequada a este mal que aflige toda a humanidade. Que Deus, na sua infinita sabedoria, inspire todos os que, comprometidos com a vida, se colocam em marcha na luta contra a AIDS.

Brasília, 1 de dezembro de 2008

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

fonte: http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=649
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