segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A importância do Sinal da Cruz

As celebrações, as orações dos cristãos normalmente se iniciam com o sinal da Cruz. São inesquecíveis, para tantos, as primeiras perguntas dos antigos catecismos:

És cristão?

- Sim, sou cristão pela graça de Deus.

Qual o sinal do cristão?

- O sinal do cristão é o sinal da cruz.

Vai aqui para deleite, instrução, enriquecimento espiritual um belo texto de consagrado autor e profundo conhecedor da Divina Liturgia: Romano Guardini.

O SINAL DA CRUZ

Quando fizeres o sinal da Cruz, faze-o bem feito. Não tão depressa e contraído que ninguém o saiba interpretar. Uma verdadeira cruz, pausada, ampla, da fronte ao peito, do ombro esquerdo ao direito. Não sentes como te abraça por inteiro? Procura recolher-te; concentra nela teus pensamentos e teu coração enquanto a vais traçando da fronte ao peito e aos ombros e verás que te envolve o corpo e a alma, se apossa de ti, te consagra e santifica.

E por quê? Porque é sinal de totalidade e sinal de redenção. Na cruz o Senhor redimiu a todos e pela cruz santifica o ser humano até sua última fibra. Por isso a fazemos ao começar a oração, para que ordene e componha nosso interior, encaminhando a Deus pensamentos, afetos, desejos e, ao terminá-la, para que ele nos fortaleça; nos perigos, para que nos defenda; na bênção, para que, penetrando a plenitude de vida divina em nossa alma, fecunde quanto nela exista.

Considera estas coisas sempre que faças o sinal da Cruz. Sinal mais sagrado não existe. Faze-o bem: pausado, amplo, com esmero. Então ele abraçará plenamente teu ser, corpo e alma, pensamento e vontade, sentido e sentimento, atos e ocupações; e tudo ficará nele fortalecido, assinalado e consagrado no poder de Cristo e em nome do Deus uno e trino.


Fonte: Liturgia em Foco

Leia Mais…

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Capa da Playboy

Por Julie Maria

Minha intenção neste artigo é traduzir para a prática o principio da ética personalista: "a pessoa nunca pode ser usada, só pode ser amada”. Para isso vou usar o exemplo da pornografia: este termo deriva do grego πόρνη (pórne), "prostituta" e γραφή (grafé), “representação”. A palavra pornografia é mais antiga que a palavra porno-visão e a inclui, mas irei usar esta última para realçar a imagem, já que seu poder é muito maior (para o bem e para o mal) do que a simples grafia.

Quando uma mulher posa para uma revista pornográfica é uma grande ilusão dizer que ela "aparece" na "capa", pois na realidade o que acontece é a sua despersonalização total, seu desaparecimento como pessoa. Por que? Porque a sua foto está ali, com seu nome estampado com letras brilhantes, mas a imagem que se transmite para todos que a vêem é a de um corpo separado de sua pessoa. Isso mesmo: o seu corpo, como se fosse um anexo dela, é exposto ao máximo, mas, por estar separado de sua pessoa se torna um simples objeto. Alma e corpo formam uma unidade que, se for separada, destrói o que é plenamente humano.

Escutamos várias vezes o conceito "objeto de prazer", mas é um termo mais profundo do que estamos acostumados a pensar. Usar o corpo separado da totalidade da pessoa (alma e corpo unidos) é de fato usá-la como "objeto". Isso é claro na indústria pornográfica: toda a intenção é fazer com que ela seja sexualmente desejada, tornando-se uma prostituta (de revista ou de internet) para "quem quiser". Forte né? Mas nem o cenário chique nem a maquiagem deslumbrante fazem com que a mulher da capa da Playboy deixe de ser “objeto de uso”. Como escreve C. West “Louve a Deus! A beleza real do homem e da mulher de verdade é muito mais gratificante e gloriosa do que as imagens retocadas por computador do meio pornográfico (Good news about sex and marriage, pg. 85)

Mas um objeto pode ser usado para vários usos. Para qual "uso" irá servir a imagem deste corpo separado da totalidade da pessoa? Para a masturbação. Este ato é literalmente o oposto ao doar-se livremente e conscientemente a outra pessoa: plenitude da nossa existência.

Ora, contemplar a arte de nu artístico de Michelangelo da Capela Sistina não gera no homem o desejo de se masturbar, mas as fotos da revista Playboy sim. São feitas com esta intenção. São feitas para transformar homens em bestas, quando toda a educação do amor é para fazer, do homem e da mulher, imagem daquela Comunhão Eterna de Amor que os criou.

Não é a toa que a indústria pornográfica arrecada US$ 3 milhões a cada segundo. Ela quer tapear com o lixo a profunda sede de amor que todos nós temos e que só pode ser saciada num Banquete. Por que não podemos saciá-la no lixo? Porque não somos animais que agem e se contentam com o instinto. Somos feitos varão e mulher, seres sexuados por natureza: esta é, realmente, osso dos meus ossos e carne da minha carne.”( Gn 2, 22) A sede de amar e ser amado está estampado em nós, nas "duas versões" criadas - masculino e feminino – e a união de uma só carne é criada para que o homem e a mulher possam se entregar num amor total, livre, fiel e fecundo.

Isso mesmo! A "união de uma só carne" está chamada desde o princípio (Mt 19, 5) a ser união de duas pessoas, um homem e uma mulher, que pelas promessas sacramentais do Matrimônio, já são um do outro até a morte, e expressam esta entrega na intimidade do ato conjugal, fazendo-o refletir o significado mais profundo do corpo humano, o significado esponsal: “o poder de expressar amor, precisamente aquele amor no qual a pessoa se torna dom, e por meio deste dom, realiza o pleno sentido da sua existência.” (Audiência João Paulo II 16.1.80)

Parece abstrato demais o que o Papa fala? Voltamos a nossa análise da porno-visão.

Como alguém a mulher da capa, isto é, uma pessoa pode se tornar "dom" para o "outro" se este "outro" é um anônimo para ela e vice versa? Dom recíproco implica intimidade, isto é, implica conhecer a interioridade da pessoa, pois é ali onde ela se torna um sujeito, com nome, história, e futuro. A porn-visão viola a profunda inscrição do significado do corpo porque torna propriedade pública aquele laço da comunhão de pessoas que pertence estritamente a uma relação inter-pessoal (Cf. Audiência do João Paulo II, 29 de Abril de 1981)

Por isso, longe de “orgulho” o sentimento que devia sentir uma pobre mulher sendo usada como objeto, é dor. Nós mulheres não queremos ser usadas, queremos ser a-m-a-d-a-s. Não precisamos de uma investigação cientifica para reconhecer que a mulher, lá no fundo do seu coração, deseja que o "seu" homem, seu esposo, aquele que deu a vida por ela no altar, a veja nua por "inteira", isto é, veja que seu corpo e seu interior são uma coisa só: o corpo revela uma beleza e um valor que transcende o puramente físico (Audiência João Paulo II, 16.1.80). Mas... para ver o corpo desta forma precisamos de um virtude tão esquecida e tão atacada, porque acham ser impossível vivê-la: a pureza!

Mas se o máximo sonhado por uma mulher é ser capa de uma revista pela qual ela será abusada sexualmente, então de fato ela precisa - urgente - de uma nova visão! E se o homem acha que satisfazendo seu desejo carnal do momento, poderá satisfazer a sua sede de ser amado, ele também precisa de uma nova visão! Ela e ele precisam descobrir que são criados para mais, para muito mais! Que ela e ele são dignos somente de serem amados "em toda a sua pessoa" (corpo e alma!) e nunca, jamais, serem "usados como objeto"! E amados a tal ponto que as palavras "você é só minha” e “eu sou só sua" tenham o peso da verdade por aqueles que a pronunciam, e que não sejam palavras vazias, que nem pela repetição, se tornam verdadeiras.


Clique aqui para ler a segunda parte deste artigo.

Leia Mais…

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Professor Ateu

Um dia, na sala de aula, o professor estava explicando a teoria da evolução aos alunos. Ele perguntou a um dos estudantes:
- Tomás, vês a árvore lá fora?
- Sim, respondeu o menino.

O Professor voltou a perguntar:
- Vês a Grama?

E o menino respondeu prontamente:
- Sim.

Então o professor mandou Tomás sair da sala e lhe disse para olhar pra cima e ver se ele enxergava o céu. Tomás entrou e disse:
- Sim, professor, eu vi o céu.
- Viste a Deus? Perguntou o professor.

O menino respondeu que não. O professor, olhando para os demais alunos disse:
- É disso que eu estou falando! Tomás não pode ver a Deus, porque Deus não está ali! Podemos concluir então que Deus não existe.

Nesse momento Pedrinho se levantou e pediu permissão ao professor para fazer mais algumas perguntas a Tomás.

- Tomás,vês a grama lá fora?
- Sim.
- Vês as árvores?
- Sim.
- Vês o céu?
- Sim.
- Vês o professor?
- Sim.
- Vês o cérebro dele?
- Não – disse Tomás.

Pedrinho então, dirigindo-se aos seus companheiros, disse:
- Colegas, de acordo com o que aprendemos hoje, concluímos que o professor não tem cérebro.

Autor: anômimo
Leia Mais…

Mulher arrependida de aborto eugênico: Não me deram alternativa alguma

Foto ALBA

.- Cristina, uma mãe que sofre atualmente o síndrome post aborto, relatou ao semanário ALVORADA as pressões que recebeu do entorno familiar e social para que abortasse a seu filho diagnosticado com trisomía 20. Ela assegura que no hospital não lhe deram explicações sobre a condição de seu bebê e só a orientaram para abortar "de acordo ao protocolo".

"Não me deram tempo para pensar isso assinalou a mãe e lembrou que lhe administraram um fármaco abortivo. "Duas horas mais tarde, foi então quando notei que meu bebê começava a dar chutes com suas perninhas e seus bracinhos. Não foi um segundo, senão um bom momento. Senti-me uma assassina, mas eu no fundo não queria estar aí; ninguém me ajudou", indicou.

Cristina disse que agora sofre as conseqüências de haver-se praticado um aborto. Quando soube que seu filho tinha trisomía 20, ninguém no hospital Alcorcón soube lhe dar uma explicação ao diagnóstico.

"Nós investigamos e vimos que tinha as orelhas mais baixas, o nariz mais largo, mas não conhecíamos a trascendência da enfermidade; surpreendentemente os médicos tampouco", lembrou.

Cristina afirmou que se arrepende e lamenta que ninguém lhe oferecesse nenhuma outra alternativa. Depois do fato, caiu em uma depressão profunda, pois teria preferido ter a seu filho embora vivesse pouco ou estivesse doente.

"Pensei que não devia ser a única que me encontrava nessa situação; assim que me meti em Internet e contatei com a Associação de Vítimas do Aborto que me ofereceu apoio psicológico que ainda hoje necessito", assinalou, e lamentou que ninguém a colocou "em contato com um psicólogo" nem lhe advertiu das conseqüências da prática.

"Existe protocolo para abortar, mas não existe nenhum protocolo para o post aborto, como se não acontecesse nada", lamentou.

Entretanto, seu drama não terminou aqui. Logo depois da penosa experiência, Cristina resultou grávida pela segunda vez e segundo sua história médica, no hospital a submeteram a uma prova de diagnóstico pré-natal, que supostamente não tinha riscos, mas perdeu ao bebê.

Agora, a mensagem que Cristina compartilha é claro: Se alguém se expõe abortar a seu filho malformado, "que o pense muito bem, que se informe das conseqüências e que valore também a possibilidade de tê-lo".

Fonte: ACI Digital
Leia Mais…

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

"Um olhar atento à Encíclica Fides et ratio depois de dez anos de sua publicação, nos faz perceber com admiração a sua atualidade"

(Bento XVI no Congresso Internacional por ocasião dos 10 anos da Encíclica)

Cidade do Vaticano (Agência Fides) – “Um olhar atento à Encíclica \'Fides et ratio\' depois de dez anos de sua publicação, nos faz perceber com admiração a sua atualidade: nela se revela a profundidade do meu inesquecível Predecessor”. Foi o que disse Bento XVI aos participantes do
Congresso Internacional promovido pela Pontifícia Universidade Lateranese, em 16 de outubro, por ocasião do 10º Aniversário da Encíclica \'Fides et ratio\'.

“A Encíclica, prosseguiu o Santo Padre, se caracteriza pela sua grande abertura em relação à razão. João Paulo II sublinha a importância de unir fé e razão numa recíproca relação, respeitando a autonomia de cada uma. Com este magistério, a Igreja se fez intérprete de uma exigência emergente no atual contexto cultural. Quis defender a força da razão e a sua capacidade de chegar à verdade, apresentando ainda uma vez a fé como uma peculiar forma de conhecimento, graças à qual se aprende a verdade da Revelação...

Quem poderia negar a ajuda que os grandes sistemas filosóficos deram ao desenvolvimento da autoconsciência do homem e ao progresso de várias culturas? Estas, por sua vez, se tornam fecundas quando se abrem à verdade, permitindo a quem participa, atingir objetivos que tornam sempre mais humano o viver social. A busca da verdade dá os seus frutos sobretudo quanto é mantida pelo amor à verdade”.

O Santo Padre ressaltou que “prevaleceu um pensamento sobretudo especulativo em relação a um pensamento experimental” enquanto a”a busca se concentrou sobretudo na observação da natureza na tentativa de descobrir seus segredos. O desejo de conhecer a natureza se transformou em vontade de reproduzi-la. Nesta mudança, a evolução de conceitos tocou a relação entre fé e razão fazendo com que cada uma seguisse por estradas diferentes”. O Papa sublinhou o valor positivo desta busca científica. “A descoberta e o incremento das ciências matemáticas, físicas, químicas e das aplicadas são frutos da razão e expressam a inteligência com a qual o homem consegue penetrar na profundidade da criação. A fé, por sua vez, não teme o progresso da ciência e os desenvolvimentos que conduzem suas conquistas quando estas são finalizadas ao homem, ao seu bem-estar e ao progresso de toda a humanidade... Acontece, porém, que nem sempre os cientistas encaminham suas pesquisas rumo a estes objetivos. O dinheiro fácil ou pior ainda, a arrogância de substituir-se ao Criador ocupam muitas vezes, uma função determinante... A ciência, por outro lado, não é capaz de elaborar princípios éticos; ela pode somente reconhecê-los como necessários para debelar as suas eventuais patologias. A filosofia e a teologia se tornam, neste contexto, ajudas indispensáveis com as quais se confrontar a fim de evitar que a ciência caminhe sozinha numa estrada sinuosa, cheia de imprevistos e riscos. Isso não significa limitar a pesquisa científica ou impedir à técnica de produzir instrumentos de desenvolvimento; ao invés, consiste em vigiar o sentido de responsabilidade que a razão e a fé possuem em relação à ciência, a fim de que permanece a serviço do ser humano”.

Bento XVI concluiu sua alocução lembrando que “a verdade da Revelação não se impõe àquela conseguida através da razão; mas purifica a razão e a eleva a fim de que ela possa aumentar seus espaços para inserir-se num campo de uma busca insondável com o próprio mistério. A verdade revelada, na “plenitude dos tempos” (Gal 4,4), assumiu o rosto de uma pessoa, Jesus de Nazaré, que é a resposta última e definitiva da busca de sentido de todo ser humano”. (S.L.)

(Agência Fides 17/10/2008)
Leia Mais…

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O caso Galileu (parte 10 - final.)

Parte 1: O MITO E O AMBIENTE
Parte 2: A Astronomia (Sistema Heliocêntrico e Sistema Geocêntrico)
Parte 3: A Astronomia (Sistema Geocêntrico e Sistema Misto)
Parte 4: Os Eclesiásticos e a Astronomia, A Interpretação da Bíblia
Parte 5: A Inquisição e o Index Librorum Prohibitorum
Parte 6: Os Processos (O primeiro processo)
Parte 7: Os Processos (O primeiro processo) - continuação
Parte 8: O Segundo Processo (1633) e Comentários
Parte 9: Comentários (continuação) e Notas

f) João Paulo II recordou um fato histórico pouco conhecido: Galileu já tinha sido reabilitado por Bento XIV em 1741, com a concessão do “Imprimatur” à primeira edição das obras completas de Galileu. Em 1757, as obras científicas favoráveis à teoria heliocêntrica foram retiradas do Index de livros proibidos. Em 1822, Pio VII determinou que o “Imprimatur” podia ser dado também aos estudos que apresentavam a teoria copernicana como tese.

g) Destacando alguns pontos do que foi apresentado neste trabalho, diremos que a condenação de Galileu foi devida ao modo como ele defendeu o sistema heliocêntrico. Quis prová-lo com argumentos bíblicos (incidindo no erro que condenava em seus oponentes, ele, o criador da experiência científica), errou no argumento das marés e insistiu na necessidade de uma pronta reinterpretação de certos trechos da Bíblia. A condenação de 1633 deveu-se à desobediência de Galileu ao compromisso assumido em 1616. Neste processo, sim, os representantes da Igreja cometeram um grave erro, opinando em matéria de interesse exclusivo da ciência, ao declararem um sistema astronômico contrário à fé.

Houve acertos de ambos os lados no campo oposto. Galileu com seus comentários sobre a correta interpretação da Bíblia (“um pequeno tratado de hermenêutica bíblica”, no dizer de João Paulo II). Belarmino e outros eclesiásticos apregoando o que hoje é um princípio fundamental da ciência: nela, nada é definitivo (o heliocentrismo devia ser apresentado como hipótese, não como verdade incontestável). Eles tiveram uma concepção dos fundamentos do saber científico superior à de Galileu, cientista renomado e criador da experiência cientificamente conduzida.

NOTAS:

(1) Jorge Pimentel Cintra, Galileu, Quadrante, São Paulo, 1987.
(2) Franco Massara, Os grandes julgamentos da história: Galileu Galilei, Otto Pierre Editores, São Paulo, s.d, pág. 28.
(3) citado por Estêvão Bettencourt, “O caso Galileu Galilei”, Revista Pergunte e Responderemos, Ano XXIV, n.º 267, março-abril 1983, págs. 90-97.
(4) Citações tiradas de: Mário Viganó, “Algumas considerações sobre o caso Galileu”. Cultura e Fé, nº. 32, janeiro-março 1986, pág. 11-26.
(5) Exégèse médiévale, Aubier, Paris, 1962
(6) D. João Evangelista Martins Terra, SJ, O Negro e a Igreja, Loyola, 2ª. ed., São Paulo, 1988.
(7) Estêvão Bettencourt, “História do Cristianismo”. Revista Pergunte e Responderemos, Ano X, n.º 114, junho 1969, págs. 261-272.
(8) Estêvão Bettencourt, “No caso Galileu Galilei: que houve?”. Revista Pergunte e Responderemos, ANO XXI, n.º 250, outubro 1980, págs. 420-428.
(9) Jorge Pimentel Cintra, op. cit.
(10) Citações tiradas de: Antonio Socci, “Iluminados e caçadores de bruxas”. Revista 30 dias, Ano V, n.º 6, junho 1990, págs. 68-71.
(11) Estêvão Bettencourt, “O martelo das feiticeiras”. Revista Pergunte e Responderemos, Ano XXXII, n.º 354, novembro 1991, págs. 495-508.
(12) Boulanger, Manual de Apologética, Livraria Apostolado da Imprensa, Porto, s.d, págs. 515 e 519.
(13) Citado por Franco Massara, op. cit., pág. 111.
(14) Idem, págs. 163 e 165.
(15) Tüchle & Bouman, Nova história da Igreja. III – Reforma e Contra-Reforma, 2ª. ed., Vozes, Petrópolis, 1983.
(16) Sobre evolucionismo recomendamos a obra de Evolucionismo: mito e realidade, de Jorge Cintra (Quadrante, São Paulo, 1988), uma excelente e resumida apresentação do tema.
(17) citado por: Joseph Ratzinger, “O desafio da homologação religiosa”. Revista 30 Dias, Ano V nº. 5, maio 1990, pág. 62-67.
(18) citado por: Lucio Brunelli, “Galileu, o teólogo”. Revista 30 Dias, Ano VI, nº. 10, novembro 1992, pág. 29.
(19) citado por: Antonio Socci, “Academia ou política?”. Revista 30 Dias, Ano VII, nº. 1, janeiro 1993, págs. 32-35.
(20) L’Osservatore Romano, edição portuguesa, nº. 45 (1.098), 08.11.1992, págs. 554-555.

Joaquim Blessmann
Engeheiro Civil, Mestre e Doutor em Ciências pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Professor Emérito da UFRGS. Professor Honorário da Universidade Austral, Buenos Aires. Membro Correspondente da "Academia Nacional de Ingeniería" da Argentina.

As imagens foram inseridas pela Quadrante.

Fonte: Quadrante
Leia Mais…

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O caso Galileu (parte 9 de 10)

Parte 1: O MITO E O AMBIENTE
Parte 2: A Astronomia (Sistema Heliocêntrico e Sistema Geocêntrico)
Parte 3: A Astronomia (Sistema Geocêntrico e Sistema Misto)
Parte 4: Os Eclesiásticos e a Astronomia, A Interpretação da Bíblia
Parte 5: A Inquisição e o Index Librorum Prohibitorum
Parte 6: Os Processos (O primeiro processo)
Parte 7: Os Processos (O primeiro processo) - continuação
Parte 8: O Segundo Processo (1633) e Comentários

Além das penas pessoais, também proibiu-se o livro de Galileu.

No dia seguinte, a sentença é comutada pelo Papa. Galileu vai viver no palácio do Embaixador de Florença e depois passa para a casa do Arcebispo Piccolomini, seu discípulo e admirador, em uma espécie de prisão domiciliar. Foi-lhe permitido voltar a Florença em 10.12.1633, cinco meses e oito dias depois da condenação.

Como se vê, nada de condenação por heresia, torturas, fogueira, etc. É verdade que durante o processo, em virtude de suas evasivas, foi ameaçado de tortura, de acordo com os trâmites processuais. Por outra, a tortura nunca era infligida a pessoas idosas ou enfermas. Galileu estaria isento por ambas as condições.

“Embora reconheçamos que o segundo processo teve, como gravame, a vaidade e a insinceridade de Galileu, devemos todavia lamentar profundamente a primeira condenação de 1616 como inquietante erro judicial, e como abuso de poder diretamente catastrófico em suas conseqüências” [proibição das obras de Copérnico]15.

Em 1637, Galileu fica cego. Em 1638, publica o livro Diálogo das duas novas ciências, que são a Resistência dos Materiais e a Mecânica Racional, básicas para vários ramos da engenharia.

Morre em 08.01.1642, assistido por um sacerdote, como bom católico.


4. COMENTÁRIOS

a) Muitos dos comentários a seguir são retirados da obra de Jorge Cintra.

O episódio de Galileu é lamentável, mas compreensível, se levarmos em consideração o ambiente, costumes e mentalidades vigentes naquela época.

A imagem Galileu versus Igreja, ou ciência versus Igreja, foi criada por pensadores anticatólicos dos séculos XVIII e XIX, para apresentar a Igreja como inimiga da ciência, do progresso e da razão.


O túmulo de Galileu, concebido por
Giambattista Foggini, na Basílica di San
ta Croce, em Florença.

Muitos eclesiásticos estudavam sistematicamente astronomia e vários deles vinham defendendo o sistema heliocêntrico mesmo antes de Galileu, como o próprio Copérnico, que era cônego.

A Igreja não queria proibir que se discutisse o sistema de Copérnico, mas apenas solicitava que não fosse apresentado como incontestável, enquanto não houvesse provas decisivas. O argumento das marés, que Galileu apresentou como prova máxima, era falso.

– Aliás, como já tínhamos comentado, pela atual filosofia da ciência, nada é definitivo em ciência; mesmo as teorias mais “badaladas” podem cair. Um exemplo é a famosa teoria do evolucionismo, de Darwin. Pelos conhecimentos atuais, não há “elos perdidos”. O que aconteceu foram mutações fortes, mudanças bruscas que geraram novas espécies, cuja estabilidade está cada vez mais comprovada. Uma espécie aparece “subitamente” e se mantém praticamente inalterada, até desaparecer. Sobre evolucionismo recomendamos a obra de Evolucionismo: mito e realidade, de Jorge Cintra, uma excelente e resumida apresentação do tema16.

Outros exemplos temos na própria astronomia, com as diversas teorias sobre a formação dos planetas, sobre o universo em expansão, em contração, pulsante, etc.

Parte do acontecido deve-se ao caráter de Galileu, polêmico, ríspido, agressivo, e ao fato de ter difundido prematuramente suas conclusões científicas, sem provas suficientes.

Houve também um erro grave por parte de representantes da Igreja, que se intrometeram em matéria exclusivamente científica e condenaram um sistema astronômico, no processo de 1616.

b) Do filósofo cético-agnóstico Paul Feyerabend citamos: “No tempo de Galileu, a Igreja se manteve mais fiel à razão do que o próprio Galileu e levou em consideração também as conseqüências éticas e sociais da doutrina de Galileu. O processo contra Galileu era justo e racional”17.

c) Palavras do físico Nicola Cabibbo, presidente do Instituto Nacional de Física Nuclear da Itália: “Se examinarmos o processo, vemos que Galileu não foi condenado pelas suas teses científicas, mas porque tentava fazer teologia. O próprio Galileu afirmava, errando: visto que a Terra gira em torno do Sol, devemos mudar a Sagrada Escritura. Nesse caso, quando Newton descobriu a gravitação universal e Einstein a relatividade, deveríamos ter mudado de novo os textos sagrados”18.

d) Filósofo laico Emanuele Severino, falando sobre a reabilitação de Galileu pela Igreja: “recitando o «mea culpa» sobre Galileu, a Igreja atribui à ciência um valor absoluto justamente hoje, quando a ciência reconhece que não tem verdades absolutas e indiscutíveis. É estranho que não levem em conta as considerações do Cardeal Belarmino, que aconselhou Galileu a expor as suas teorias em forma de hipótese e não de verdades absolutas. A postura de Belarmino era muito mais moderna, com uma consciência crítica do saber científico superior à de Galileu”19.

e) Em 03.07.1981, o Papa João Paulo II nomeou uma comissão de teólogos, cientistas e historiadores, a fim de aprofundarem o exame do caso Galileu. Os resultados foram apresentados após onze anos, em 31.10.1992. Neste mesmo dia, 350.º aniversário da morte de Galileu, realizou-se sessão solene da Pontifícia Academia de Ciências. Do discurso que então proferiu João Paulo II extraímos os seguintes trechos:

Galileu rejeitou a sugestão de apresentar o sistema de Copérnico como uma hipótese, até ser confirmado por provas irrefutáveis. Tratava-se de uma exigência do método experimental, do qual ele foi o iniciador genial”. (Isto é, Galileu errou em seu próprio terreno).

“O problema que os teólogos da época se puseram era o da compatibilidade do heliocentrismo e da Escritura.
A ciência nova, com os seus métodos e a liberdade de investigação que eles supõem, obrigava os teólogos a interrogarem-se sobre os seus próprios critérios de interpretação da Escritura. A maioria não o soube fazer. Paradoxalmente, Galileu, fiel sincero, mostrou-se sobre este ponto mais perspicaz do que os seus adversários teólogos. Se a Escritura não pode errar, escreve ele a Benedetto Castelli (em 1613), alguns dos seus intérpretes e comentaristas o podem e de muitas maneiras. Também é conhecida a sua carta a Cristina de Lorena (em 1615), que é como que um pequeno tratado de hermenêutica bíblica”.

A maioria dos teólogos não percebia a distinção formal entre a Escritura Sagrada e a sua interpretação, o que os levou a transpor indevidamente para o campo da doutrina da fé uma questão, de fato relevante, da investigação científica.”

“Recordemos a frase célebre atribuída a Baronio:
O Espírito Santo quer nos dizer como se vai para o céu; não como vai o céu”. “Belarmino, que tinha percebido o que estava realmente em jogo no debate, considerava que, diante de eventuais provas científicas do movimento orbital da Terra ao redor do Sol, devíamos interpretar, com uma grande circunspeção, toda a passagem da Bíblia que parece afirmar que a Terra é imóvel, e «dizer que não o compreendemos, antes de afirmar que é falso o que se demonstra» (Carta ao Pe. Foscarini, 12.04.1615)”.

Leia Mais…

domingo, 12 de outubro de 2008

Pio XII, passados 50 anos da sua morte: nenhuma descontinuidade com a Igreja do Concilio

VATICANO - AS PALAVRAS DA DOUTRINA por padre Nicola Bux e padre Salvatore Vitiello - Pio XII, passados 50 anos da sua morte: nenhuma descontinuidade com a Igreja do Concilio

Cidade do Vaticano (Agência Fides) - “Uma Igreja que cala, quando deveria falar; uma Igreja que enfraquece a lei de Deus, adaptando-a ao gosto das vontades humanas, quando deveria altamente proclamá-la e defendê-la; uma Igreja que se destaca pelo fundamento sobre o qual Cristo a construiu, para acomodar-se comodamente sobre a areia movediça das opiniões do dia ou para abandonar-se à corrente que passa; uma Igreja que não resiste à opressão das consciências e não protege os direitos legítimos e as liberdades do povo; uma Igreja que, com indecorosa servidão, permanece fechada entre as quatro paredes do templo, esquece do divino mandato, recebido por Cristo: ‘Ide às encruzilhadas (Mt 22,9), ensinai as pessoas (Mt 29,19)’. Prezados filhos e filhas! Herdeiros espirituais de uma incontável legião de confessores e de mártires, é esta a Igreja que vocês veneram e amam? Reconhecem numa tal Igreja as linhas do rosto de sua Mãe? Podem imaginar um sucessor do primeiro Pedro, que se dobre a tais exigências?”.

Da praça são Pedro, tomada pela multidão, ouviu-se um “Não!” a estas perguntas. Quem as pronunciou foi o Papa Pio XII, depois de saber da prisão do primaz da Hungria, o Arcebispo de Budapeste, o Cardeal Josef Mindszenty. Como é ainda possível sustentar, por parte de alguns historiadores, evidentemente ideologizados, a tese do “Papa dos silêncios”? Tais palavras exprimem a consciência da estrutura martirológica do primaz romano. Que grande atualidade elas têm, não tanto pelas perseguições que em várias partes do mundo se repetem, quanto pela verdade da previsão de Jesus: “Perseguiram-se, perseguirão também a vós”! São um teste para avaliar se, sobre a verdade do martírio, que é também a fundamental de Cristo, a Igreja não permaneceu sempre a mesma depois do Concílio.

Um exemplo: quando Bento XVI fala da “ditadura dos desejos”, não faz eco a Pio XII que fala do “gosto das vontades humanas”? Onde estaria então a suposta “descontinuidade” entre a Igreja “antes do Concilio” e a atual? Quem denigre Pio XII, na realidade, tem medo dessa verdade: da continuidade invencível do Corpo eclesial.

Se se lesse a “Gaudium et Spes” na contra-luz, com tais ensinamentos, perceber-se-ia que há um mundo a ser salvo porque, perseguida a Igreja e os cristãos – “não são do mundo” disse Jesus dos seus discípulos.

Pode-se imaginar que tal verdade foi esquecida pelos Padres Conciliares em 1962, há pouco mais de cinco anos dos fatos da Hungria, que viram outras atribulações da Igreja do silêncio, milhões de perseguidos e mártires da fé? Seria realmente anti-histórico presumi-lo! Aqueles que hoje, com uma linguagem nem sempre atenta, são definidos como “desafios” do mundo para a Igreja, na realidade são os episódios que são Paulo define como “atribulações”, isto é, espinhos dolorosos: mas somente entre lês está o consolo de Deus.

Pio XII não foi poupado de tais “atribulações”, nem em vida, sem após a morte. Entre todas, basta recordar a “piece teatral”, orquestrada pelo Hochuth, um ator em busca de notoriedade, que deu início, em 1960, à lenda negra sobre o suposto “Papa do silêncio”. Foi bem sucedido, graças à cumplicidade dos que queriam atacar Pio XII pelo decreto do Santo Ofício, sobre a adesão ao comunismo, e pelo apoio, também, de ambientes progressistas e modernistas católicos, que não perdoavam o Pontífice pela canonização de Pio X. Um recente congresso, da área cultural judaica, nas últimas semanas, forneceu ainda mais provas dessa falsidade, testemunhando a favor do grande Pontífice.

Mas Montini, em 1963, quando era ainda Arcebispo de Milão, escreveu ao “The Tablet”, o jornal católico inglês, para defender Pio XII e, como estreito colaborador, o retratava: “O aspecto frágil e doce de Pio XII, a sua palavra contida e refinada escondiam – ou revelavam – um caráter nobre e viril, capaz de tomara decisões firmes e adotar sem medo posições que podiam fazê-lo correr riscos consideráveis…Desejava penetrar no fundo da história da sua época atormentada. Sentia profundamente que ele próprio era também parte desta história e desejava dela participar totalmente, compartilhar os seus sofrimentos no seu coração e na sua alma”.

Deve-se meditar também sobre isso, no dia 9 de outubro de 2008, 50° aniversário da morte de Pio XII, servo de Deus, e rezar pela sua glorificação.

Fonte: (Agência Fides 9/10/2008)

(destaques meus)
Leia Mais…

Nosso Primeiro Folheto Catequético

Como parte do nosso trabalho de divulgação da Doutrina da Igreja, visando um maior esclarecimento dos católicos e da sociedade acerca da mesma, o Grupo Veritas passará a publicar Folhetos Catequéticos. O primeiro tema escolhido foi a Santa Missa mais precisamente acerca da transubstanciação.

Inicialmente, os Folhetos serão distribuídos nas missas e encontros de grupos e pastorais da Paróquia Cristo Libertador (onde a maioria dos membros do Veritas reside). O lançamento oficial dos mesmos será na próxima reunião extraordinária do Veritas (dia 19/10/2008).

Quem desejar baixar, a versão digital do Folheto está disponível no link abaixo:

Santa Missa - Parte I

Fonte: http://grupoveritas.blogspot.com
Leia Mais…

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Visita do P. Geral dos Jesuítas a Manaus

Como alguns de vocês sabem nesse mês de setembro o P. Geral da Companhia de Jesus veio a Manaus para o encontro da CPAL (Conferência dos Provinciais jesuítas da América Latina) e aproveitou para conhecer as obras e os colaboradoes dos jesuítas nesta cidade. Então, a foto abaixo foi tirada nesse encontro... nela estão presentes o grupo do GAVI (Grupo de Acompanhamento Vocacional Inaciano) de Manaus e alguns do povo da Trilha Inaciana (vulgo gavinho). Então, como não conheço todo mundo pelo nome (é, eu sou ruim de nomes...) não vou fazer injustiças... de verde (sentado) é o P. Adelson,sj à sua direita P. Roberto,sj, atrás do P. geral do lado esquerdo (de barba) P. Adilson,sj e eu do lado direito do P. Geral.

(clique na imagem para ampliar)
Leia Mais…

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

comunicado importante - CFAM - ONU

Olá pessoal, esse é um importante comunicado do sr. Austin Ruse, presidente do Instituto da Família Católica e dos Direitos Humanos traduzido pelo Blog Palavras Apenas. Enviei este email para católicos, evangélicos, espíritas e outros grupos ou pessoas que acredito serem contra o aborto. Peço que percam 5 min do seu tempo lendo o comunicado e assinando a petição contra o aborto que será encaminhada à ONU pela C-FAM em dezembro por ocasião da comemoração do 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

———

29 de setembro de 2008

Caro amigo,

A ONU irá celebrar o 60° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos no dia 10 de dezembro deste ano.

Para celebrar esta ocasião, grupos radicais pró-aborto pretendem apresentar à Assembléia Geral da ONU vários abaixo-assinados exigindo o direito universal ao aborto.

Os maiores, mais opulentos e mais poderosos grupos pró-aborto estão neste exato momento planejando seu ataque aos nascituros na Assembléia Geral.

Campanhas estão sendo promovidas hoje pela IPPF (International Planned Parenthood Federation) e pela Maire Stopes International, dois grupos que, juntos, são responsáveis por mais abortos do que qualquer outro grupo no mundo. Ambos os grupos são bastante estimados pelos poderes estabelecidos da ONU; e seus esforços em promover um direito internacional ao aborto são bem-vistos por muitos Estados Membros das Nações Unidas, talvez pela maior parte da burocracia da ONU, e por poderosas fundações norte-americanas que repassam milhões para promover o aborto na ONU e ao redor do mundo.

Nós precisamos pará-los em dezembro.

Eu estou escrevendo para lhe pedir que assine um abaixo-assinado exigindo dos Estados Membros da ONU, uma interpretação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que proteja as crianças nascituras do aborto. Você sabia que a Declaração Universal exige o direito à vida? Você sabia que, hoje em dia, os comitês da ONU interpretam-na como favorecendo o direito ao aborto? Nós podemos pará-los.

Por favor, clique AQUI para assinar o abaixo-assinado que nós iremos apresentar à ONU no dia 10 de dezembro, dia da celebração do 60° Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. No mínimo, precisamos alcançar o número de signatários que aqueles que defendem o aborto conseguirão. Eles irão apresentar milhares e milhares de nomes. NÓS PRECISAMOS ALCANÇÁ-LOS!

Para assinar o abaixo-assinado, clique AQUI, e por favor, repasse esta mensagem para todos os teus familiares e amigos. Nossa meta é apresentar mais de 50 mil nomes à Assembléia Geral. Nós precisamos da tua ajuda desde já, para impedir os abortistas de fazerem seus planos progredirem na ONU.

Nós estaremos promovendo esta campanha pelas próximas seis semanas. Há tempo suficiente para fazer este abaixo-assinado chegar a todos os seus contatos, e ao redor do mundo inteiro. Este apelo é internacional. Por favor, ajude-nos.

Imagine o espanto estampado em seus rostos quando atirarmos sobre a mesa 50 mil nomes! Seja parte disso. Assine o abaixo-assinado AQUI e faça com que esta mensagem se espalhe ao redor do mundo.

Sinceramente seu,

Austin Ruse
Presidente
C-FAM - Catholic Family & Human Rights Institute
(O único grupo pró-vida trabalhando exclusivamente nas políticas sociais da ONU.)

———

Reproduzam em vossos blogs, enviem por e-mail, coloque link em vossos sites, enfim, vamos espalhar essa mensagem e ultrapassar os 50 mil desejados pelo Austin, com a graça de Deus, e a assistência da Virgem Santíssima, de São Miguel Arcanjo e de Santa Gianna Beretta Molla!

Paz e Bem!


Fonte: Palavra Apenas

Leia Mais…