quinta-feira, 11 de setembro de 2008

O CIBERESPAÇO E O FUTURO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS (parte 3 - final)

CONCLUSÃO

O que temos até agora é o advento do ciberespaço da forma como Joel de Rosnay apud Lemos(1996) o denomina: Cybionte, que seria uma “entidade quase biológica”, uma mistura entre o orgânico (possivelmente a capacidade humana de aprender, ou melhor, de acumular conhecimento) e as máquinas cibernéticas.

De acordo com essa ótica, podemos analisar o ciberespaço como uma extensão da nossa mente, um lugar onde o modelo de enciclopédia proposto pelos filósofos iluministas pode de fato ser alcançado devido a enorme capacidade de processamento e armazenamento dos novos computadores.

Elaborar um diagnóstico perspicaz do futuro do homem com relação às maquinas é um tanto audacioso e incerto, visto que, os processos que possibilitarão um aumento das formas de interação humano-máquina não estão ainda em fase final de desenvolvimento.

REFERÊNCIAS:

[LEMO02] LEMOS, André. As Estruturas antropológicas do ciberespaço. IN Cirbercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre, Sulina, 2002 (p. 136 - 165).

[GIBS91] GIBSON, Willian. Neuromancer. São Paulo. Ed Aleph, 1991.

[LEVY96] LEVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo, Ed. 34 Literatura. 1996.

[DANI00] http://www.ulbra.tche.br/~danielnm/ia/defbas/de.html

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